(NÃO) COMA O MICROFONE surgiu em 2014 quando a artista e pesquisadora Veridiana Zurita (BR) junto com a psicanalista (BE), o músico Stan Athenuis (BE) e a escritora Lea Ditschman (DE) se juntaram para a criação de um espaço de encontro e conversa no jardim do centro psiquiátrico Dr. Guislain (Gent/BE). A partir dai o projeto cresceu e o coletivo se forateleceu enquanto núcleo duro e abriu o projeto pra colaboração de artistas, pesquisadores, profissionais da área, arquitetos, usuários que passaram pelo projeto ao longo de suas edições.

Entre 2014 e 2019 o coletivo colaborou na criação de um espaço de sociabilização que pudésse tensionar os limites entre o dentro e o fora da instituição psiquiátrica. Participaram desse processo de colaboração: Bart Capelle (BE), Carolina Mendonça (BR), Catalina Insignares (CO), Christophe Meierhans (CH), Helena Dietrich (DE), Geert Opsomer (BE), Gideon Bois (BE), Luanda Casella (BR), Peter Pal Pelbart (BR), Pierre Rubio (FR), Lara Garcia Diaz (ES), Vanja Smiljanic (Servia), Steven Jouwersma (NL), entre muitos outros. Nesse período o projeto recebeu suporte do centro de pesquisa artistica a.pass (Bruxelas/BE), do centro cultural Vooruit (Gent/BE), Museu Dr. Guislain (Gent/BE) e do Centro psiquiátrico Dr. Guilsain (Gent/BE).

Em 2020 o coletivo participou da exposição "Utopias: Vida para todos os tempos e glória" no Museu Bispo do Rosário (Rio de Janeiro/BR) onde desenvolveu o projeto "Quem atirou em nóis errou", coordenado pela artista Veridiana Zurita e em parceria com diversos convidados como Pitter Rocha, Flávia Goa, Diana Kolker, André Bastos, entre outros.